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Resolução do Plenário da EMEF

A cidade do Entroncamento acolheu hoje trabalhadores no activo, reformados, e ex-trabalhadores, da EMEF em Plenário Nacional. Do encontro saiu uma Resolução onde ficou decidido avançar com pedidos de reunião aos grupos parlamentares, autarquias, e nova acção de luta na primeira semana de Abril.

De acordo com o comunicado do SNTSF  “No plenário/concentração realizado hoje no Entroncamento com centenas de trabalhadores da EMEF a nível nacional e Reformados ferroviários encheu as ruas desta “cidade ferroviária” numa grandiosa demonstração de repúdio e determinação na luta contra o roubo dos salários, pensões, direitos e contra o desmembramento da EMEF que pode e deve ser a aposta no contributo a dar para a economia nacional.”

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Em luta pela defesa da produção nacional e contra o roubo dos salários e direitos

Centenas de trabalhadores da EMEF de todo o País, concentraram-se, hoje, na cidade do Entroncamento e, conjuntamente com muitos reformados e, na maior manifestação dos últimos 30 anos nesta cidade, afirmaram a sua determinação na defesa desta empresa como estratégica para garantir os padrões de segurança no transporte ferroviário e exigiram que o governo avance com um plano de investimento, que dinamize novas valências, nomeadamente, a da construção do material circulante tão necessário ao País.

Esta acção que contou com a presença do secretário-geral da CGTP – Arménio Carlos -, foi também o protesto contra os roubos aos salários dos trabalhadores e reformados, que os está a empobrecer e, pela reposição daquilo que o governo e a CP oferecem a muitos cidadãos, mas negam aos ferroviários, o direito de viajarem no meio de transporte que, diariamente “constroem” e que, com orgulho, procuram que seja de qualidade e seguro, apesar de todas as políticas de desinvestimento a que estamos a assistir.

Na resolução aprovada e, entretanto entregue na Câmara Municipal, foi decidido avançar com pedidos de reunião aos grupos parlamentares, autarquias, mas também foi decidido realizar nova acção de luta na primeira semana de Abril, em moldes a definir.

Enquanto decorria a reunião com a presidência da Câmara Municipal, onde participou também o secretário-geral da CGTP-IN, os trabalhadores, de uma forma simbólica continuaram com o seu protesto, com uma ocupação simbólica da via, na demonstração de que não há caminho-de-ferro sem ferroviários (FECTRANS)

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