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Moldávia estuda reestruturação do setor ferroviário em 2013

 

mMAPEm 2013, os caminhos-de-ferro moldavos (CFM) podem vir a enfrentar uma reestruturação vertical do setor ferroviário. As autoridades daquele país estão a estudar a criação de três empresas: gestor de infraestrutura, operador de passageiros, e de mercadorias.

“Se as questões legais, bem como as relacionadas com o desenvolvimento e organização das empresas estiverem resolvidas, os caminhos-de-ferro Moldavos podem vir a ser devidos em três empresas distintas: gestor de infraestrutura, operador de passageiros, e operador de mercadorias. No entanto, ainda existem algumas situações que é necessário esclarecer antes de dar uma resposta conclusiva, como a organização, e a legislação atual. Nos temos falado com a União Europeia, e operadores de vários estados membros que implementaram  sistemas similares e possuem alguma experiência.” referiu Valerii Constantinov, Chefe de Assuntos Internacionais CFM durante a Conferência” Desenvolvimento da Infraestrutura – E projetos Ferroviários Prioritários”.Uma conferência organizada pelo “Club Feroviar” e  “Romanian Railway Industry Association”, entre os dias 20-21 fevereiro 2013 em Sibiu, na Moldávia.

No que diz respeito à situação da infraestrutura ferroviária na República da Moldávia, a rede total ronda os 1157 km, dos quais 204,5 km com necessidade de grandes investimos de recuperação. Para obras de manutenção 136, e 747 km completamente operacionais.

De acordo com estimativas da CFM, serão necessários à volta de 8 anos para otimizar a rede principal no sentido de excelentes desempenhos técnicos, e quase 15 de consideráveis investimentos na renovação de  estações.
Os projetos de desenvolvimento previstos rondam as 15.5 milhões de euros. Têm como destino a linha Cahul – Giurgiuleşti, de circulação intensa. E a construção de uma linha em bitola europeia (1435 mm), e a eletrificação do troço moldavo do IV corredor europeu.

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