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Novos Maquinistas habilitados para o mercado nacional

imagesiteDe acordo com a empresa portuguesa de consultadoria e formação na área ferroviária, a Fernave, estão disponíveis 14 novos maquinistas no mercado. A disponibilidade surge como resultado de duas edições do  curso Formação Inicial de MAQuinistas (FIMAQ) que a empresa promoveu.

Estes novos trabalhadores ferroviários, habilitados por via da formação e certificação a proporem-se  aos operadores ferroviários para o exercício da profissão de maquinista, marcam uma nova abordagem no sector. Ao nível da formação para a profissão de maquinista, e no quadro de encargos de formação para operadores ferroviários. Por um lado, a formação inicial que prepara o conhecimento para a certificação, e que dá o acesso à  carteira profissional de maquinista, passa a poder ser exercida por entidades certificadas na formação de forma aberta a interessados. Já para os operadores,  os encargos na formação de quadros podem passar a  ser apenas assumidos ao nível da especialização do maquinista. Ou seja, ao encontro das necessidades da empresa, esta poderá apenas apostar na certificação de condução dos maquinistas em material circulante, e percursos.

Para encaixar a realidade portuguesa, a webrails.tv procurou junto do SMAQ uma leitura da actualidade da profissão no sector, mas fonte do sindicato dos maquinistas informou que não tem dados suficientes para essa leitura.

Dos dois cursos de formação inicial terminados e dados como aptos pelo IMT, de acordo com dados recolhidos pela webrails.tv,  ainda não se encontra nenhum elemento dos 14 maquinistas certificados vinculado de forma efectiva a empresas do sector. Embora trabalho nesse sentido tenha vindo a ser desenvolvido pela Fernave como prologamento da formação. O recente curso em material circulante diesel promovido pela Takargo foi um exemplo. O Terminal T.V.T. no Entrontroncamento recebeu, durante um mês,  maquinistas para uma acção de formação na locomotiva Euro  4000. No curso participaram 6 maquinistas saídos do 1º FIMAQ.  Uma realidade que acabou por resultar na  disponibilidade  para o operador dos maquinistas formados na Fernave, como resultado da certificação na locomotiva Euro 4000, nos percursos em que já estão habilitados.

Rui Ribeiro