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Fectrans promove encontro de quadros sindicais

lutas_fev_003A melhoria dos salários e das condições de vida e trabalho foi o ponto de partida para o encontro que juntou na passada quinta feira quadros sindicais do sector dos transportes e comunicações promovido pela FECTRANS. A reunião aconteceu em Santa Apolónia, no espaço do Clube Ferroviário, tendo contado com a presença sindicalistas do sector privado dos transportes rodoviários de passageiros, sector público ferroviário, marítimo e aéreo, e ramo das telecomunicações.

No quadro de reflexão proposto, no sector ferroviário esteve em evidência a luta travada pelos ferroviários ao longo de mais de dois anos para conseguir o cumprimento do acordo de empresa por parte da CP Carga. “ Não esquecer na luta o exemplo da CP Carga. Dois anos de luta para fazer cumprir o acordo de empresa no que respeita às horas extraordinárias”, referiu Arménio Carlos, secretário geral da CGTP. Que destacou o papel sindical para o fim positivo do processo.

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Aproveitando a presença de quadros sindicais do sector ferroviário, a webraislt.tv recolheu uma reacção dos plenários realizados nas estações com mais concentração de ferroviários. “Os plenários serviram para debater com os trabalhadores aquilo que está em causa. Nomeadamente, não só aquilo que está em causa nas empresas, mas aquilo que está em causa para o seu futuro. E é vermos formas de luta, e começar a recolher informação junto dos trabalhadores de formas de luta que possamos vir a travar” , informou fonte do SNTSF – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário.

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O encontro avançou para o mês de Novembro formas de luta para mostrar o escontentamento dos trabalhadores. Como a intenção de dispensar a prestação de serviço público a privados, a subconcessão e alienação de empresas da esfera pública, bem como sobre relações, regulamentação e retribuição do trabalho.

Assim para dia 13 de Novembro ficou proposto “O dia nacional de indignação, acção e luta”. Onde o desafio passa por “aquilo que os trabalhadores queiram fazer deixando mais marcas na penalização ao patrão”, disse o líder da CGTP, destacando que a luta pode ser de uma ou 24 horas. E de 21 a 25 ficaram programados esforços para a realização de uma marcha nacional, na linha da estratégia da Central Sindical. Com partida de norte e sul, a terminar na Assembleia da República no dia da votação do OE para 2015.

A reflexão dos quadros da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações contou com a presença do secretário geral da CGTP, Arménio Carlos.