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Greve na REFER 18 Dezembro

(Actualizado 19.12.2014) Correio da Manhã

A Refer anunciou esta sexta-feira que a greve dos trabalhadores que contestam a fusão da empresa com a Estradas de Portugal teve uma adesão de cerca de 15%, limitando a circulação dos comboios aos serviços mínimos.

Susana Abrantes, porta-voz da Refer, avançou à Lusa que a adesão à greve de quinta-feira “rondou os 15 % em termos globais”, adiantando que se realizaram “25% das circulações diárias previstas para o período, que correspondem aos serviços mínimos” fixados pelo Tribunal Arbitral. A greve dos trabalhadores da Rede Ferroviária Nacional, que contestam a fusão com a empresa Estradas de Portugal (EP), causou quinta-feira perturbações e supressões na circulação de comboios de passageiros e de mercadorias nos operadores da CP, Fertagus, CP Carga e Takargo.

A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FCTRANS) adiantou na quinta-feira à Lusa que a adesão à greve dos trabalhadores da Refer foi de 100%.

(Actualizado 16.24) Económico

A adesão à greve de hoje da Refer atingiu um nível de 15%, segundo informações da gestora da rede ferroviária nacional.

“Este valor considera em greve os trabalhadores que integram os serviços mínimos. Pelo carácter selectivo da greve, realizaram-se 25% das circulações diárias previstas para o período, que correspondem aos serviços mínimos fixados”, adianta um comunicado da Refer.

A Refer acrescenta que “embora a empresa tenha procurado minimizar os constrangimentos decorrentes desta acção lamentamos os inconvenientes causados aos operadores CP, Fertagus, CP Carga, Takargo e seus respectivos clientes”.

(Actualizado 13:40) REFER

“Atendendo à greve convocada para o dia 18 de Dezembro de 2014, a REFER vem informar que até às 12:00, em termos globais, a adesão à greve é de 15% do total dos trabalhadores. Este valor considera em greve os trabalhadores que integram os serviços mínimos.

Pelo carácter selectivo da greve, realizaram-se 25% das circulações diárias previstas para o período, que correspondem aos serviços mínimos fixados. Embora a empresa tenha procurado minimizar os constrangimentos decorrentes desta acção lamentamos os inconvenientes causados aos operadores CP, FERTAGUS, CP CARGA, TAKARGO e seus respectivos clientes.”

(Actualizado 12:44) FECTRANS

“Hoje, a esmagadora maioria da circulação ferroviária da CP, FERTAGUS, CP-Cargo e Takargo fica sem se realizar devido à grandiosa luta que os trabalhadores das REFER estão a realizar.

É uma greve, realizada numa ampla unidade na acção, contra a destruição da empresa conforme é pretendida pelo governo, que quer colocar esta empresa gestora da infraestrutura ferroviária, ao serviço dos interesses das PPPs que vivem à conta da empresa das estradas.

Mais de 95% dos trabalhadores estão em greve, alguns dos quais pela primeira vez.

No que concerne à circulação ferroviária está reduzida, apenas, aos chamados serviços mínimos, que foram definidos sem qualquer fundamento técnico/jurídico e que os trabalhadores estão a assegurar sob protesto.

Com esta elevada adesão, os trabalhadores da REFER mostram um cartão vermelho ao governo e à sua política.”

(Actualizado 12:10) iOnline

Susana Abrantes disse à Lusa que, em “números redondos, só se realizaram 25% dos comboios previstos”

A porta-voz da Refer afirmou que a greve de hoje na empresa condicionou a circulação de comboios aos serviços mínimos decretados, afectando igualmente a travessia sul do Tejo.

“De acordo com a última actualização, das 9:45, só se realizaram 150 comboios de passageiros, 13 dos quais da Fertagus [travessia do Tejo pela Ponte 25 de abril] e dois de mercadorias, ou seja o que estava previsto como serviços mínimos”, explicou Susana Abrantes.

Segundo Susana Abrantes, no período de hora de ponta, que vai até às 10:00, só circulou um em cada quatro comboios programados, prevendo-se que entre as 10:00 e as 16:30 se realize um em cada cinco.

Em declarações à Lusa, uma fonte da Fertagus, a empresa ferroviária que assegura a travessia do Tejo, adiantou que devido à greve da Refer só foi assegurada hoje de manhã 20% da oferta de comboios.

“Dos 18 comboios programados para fazer a ligação sul/norte, entre as 07:00 e as 10:00, só se efectuaram cinco”, adiantou a mesma fonte.

De acordo com a empresa, durante a manhã, na hora de ponta circularam cinco comboios e à tarde (entre as 17:00 e as 20:00 no sentido de Lisboa para sul) vão circular seis comboios.

“Os serviços representam cerca de 20% face a um dia útil normal. Fora dos períodos de hora de ponta a oferta será bastante reduzida, podendo os horários ser consultados no ‘site’ da Fertagus”, disse.

A CP confirmou também que a circulação de comboios foi afectada devido à greve da Refer, tendo-se realizado entre as 00:00 e as 08:00 de hoje apenas 89 dos 261 comboios programados.

“Entre as 00:00 e as 08:00 realizaram-se 89 dos 261 comboios programados para esse período, o que representa cerca de 34% de comboios realizados”, disse à agência Lusa a porta-voz da CP – Comboios de Portugal, Ana Portela, salientando tratar-se apenas de serviços mínimos.

(Actualizado 09:30) TSF

Apenas 89 dos 261 comboios programados circularam entre as 00:00 e as 08:00 de hoje devido à greve dos trabalhadores da Refer, que contestam a fusão da empresa com a Estradas de Portugal. Sindicato fala em adesão total à greve.

«Até às 06:00 estavam apenas a ser cumpridos os serviços mínimos. Temos 27% de comboios realizados apenas. Isto significa que, em 62 programados a nível nacional, foram realizados apenas 17», avisa Ana Portela, porta-voz da CP.

O Tribunal Arbitral determinou como serviços mínimos a circulação de um em cada quatro comboios programados habitualmente entre as 6:30 e as 10:00 e entre as 16:30 e as 20:00. No restante período, realizam-se apenas um em cada cinco previstos.

Na Fertagus, a empresa estima assegurar entre 20 a 25% da circulação habitual. No seu site a Fertagus prevê «perturbações significativas na circulação de comboios».

Do lado da REFER, a empresa recusa antecipar o impacto da greve. A empresa garante o cumprimento dos serviços mínimos decididos pelo Conselho Económico e Social.

(Actualização 08.00) SNTSF

Os trabalhadores da REFER estão em greve com uma forte participação na luta e que se reflecte na paralisação ferroviária de passageiros e de mercadorias em todo o País onde apenas circulam os comboios dos serviços mínimos decretados/impostos pelo CES, impedindo que alguns trabalhadores possam exercer o seu direito à greve. O trabalhadores da REFER reivindicam o fim do processo de FUSÃO/DESTRUIÇÃO desta empresa.

(Actualizado 00:00) Comboios suprimidos, serviços mínimos.