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Compra de sulipas arrasta-se na Beira Alta

descarrilamentoPassado quase mais de um ano sobre os descarrilamentos ocorridos na Linha da Beira Alta,  que danificaram pontos da infraestrutura, impondo afrouxamentos à circulação. As restrições continuam, avançou a edição impressa do jornal Publico, e adianta que para as obras de arte o processo de compra de material para a reparação arrasta-se há um ano.

Existem dois tipos de limitações para a aplicação de travessas de madeira nas pontes por parte da REFER que têm arrastado a situação. “São travessas com dimensões únicas, com alturas diferentes e alinhamentos que foram feitos à mão, ” adiantou uma fonte da REFER ao periódico. Situação que ” sujeita às regras das empresas públicas, “ refere a publicação, ” teve de avançar para concurso e o processo arrasta-se há um ano.”

Esta tem sido uma das situações que contribuído  para as baixas velocidades comerciais na mais significativa linha internacional portuguesa. A Beira Alta serve de porta de entrada, e saída, para grande parte das mercadorias internacionais que circulam por via férrea em Portugal. De acordo com o jornal Público, a linha da Beira Alta apresenta limitações que em alguns troços chegam a ser de 10 km hora.