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Barreiro devia ser núcleo do MNF

barreiroPatrimonioO Barreiro Ferroviário devia ser um núcleo importante do Museu Nacional Ferroviário (MNF). A indicação foi avançada à margem da “Jornada Central Tejo”, evento que decorreu na passada sexta-feira no Museu da Electricidade em Lisboa, por Jorge Custódio, que falou com a webrails.tv sobre a perspectiva museológica do Barreiro Ferroviário.

Numa altura em que o Barreiro pode vir a perder parte importante de acervo que permite criar uma colecção de material circulante ilustrativa do que circulou no sul do país. E quando um espaço como o que EMEF ocupa no Barreiro poderá deixar de ter as actuais valências como oficina, a webrails.tv foi ao encontro de Jorge Custódio, antigo Director do MNF, e actualmente presidente da Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial (APAI), para procurar enquadrar um Barreiro ferroviário no contexto de um espaço com  bens culturais valorizados através da investigação, incorporação, inventário, documentação, conservação, interpretação, exposição e divulgação, com objectivos científicos, educati vos e lúdicos, e porque não comercias.

A iniciativa celebrou os 30 anos passados da exposição ‘Arqueologia Industrial: um Mundo a Descobrir. Um Mundo a proteger’ . Exposição que deu inicio à conservação e restauro do espaço da Central Tejo para o Museu da Electricidade que hoje conhecemos.

O encontro realizou-se no âmbito do Ano Europeu do Património Industrial e Técnico, que se assinala em 2015. A organização coube à Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial, como associação dinamizadora da celebração europeia, e contou com o apoio da Direcção Geral do Património Cultural e da Fundação EDP e a colaboração do Instituto Português de Qualidade e do Instituto de História Contemporânea.