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Takargo poderá não ser para alinear

img: Luis Zamora

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Em cenário de venda da Tertir, por parte do grupo Mota-Engil, aos turcos da Yildirim Holding, a Takargo não deverá fazer parte do acordo. A empresa é apontada por fonte próxima do operador ferroviário privado como peça fora do negócio.

A confirmar-se será apenas a parte portuária, da qual já foi avançado um valor que ronda os 300 milhões de euros, destacou. Para reforçar, a  operação ferroviária do grupo não se encontra inserida na venda, continuando a Takargo a fazer parte do Grupo Mota-Engil.

Já a Mota-Engil, contactada para ajudar a defenir o posicionamento do operador ferroviário de mercadorias face a um cenário de alienação da Tertir,  escusou-se a prestar declarações.

A oportunidade da negociação da Tertir surgiu na intenção do Novo Banco querer vender a participação herdada do BES, na empresa de transportes e logística. Por seu lado os turcos Yildirim Holding mostraram-se interessados pela parte do banco e acabaram por sondar a empresa portuguesa sobre a possibilidade da alienação da totalidade do capital da Tertir.