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Passeio AAFSMZ ao MNF – Rescaldo

img: Francisco Carreira

img: Francisco Carreira

Uma semana depois do passeio ferroviário organizado pela Asociación de Amigos del Ferrocarril de la Serena, Mérida y Zafra (AAFSMZ), ao Museu Nacional Ferroviário (MNF), aproveitamos para ir ao encontro de intervenientes do passeio e trazer o olhar do lado da associação de temática ferroviária espanhola, e de fonte próxima do MNF que acompanhou a saída de perto na visita ao Museu.

O passeio teve Badajoz como ponto de partida, e ao contrário do que se poderia esperar, em particular da cidade de Elvas ou da zona raiana, não houve qualquer aderência portuguesa à saída. Território onde a entrada no passeio poderia ter acontecido na própria estação de Elvas, já depois da fronteira, ou em outras estações que a circulação especial fez paragem, havia a possibilidade de adquirir bilhete junto da associação.

Pelo contrário, os 75 aficionados que responderam sim à produção de uma excursão ferroviária a Portugal, apresentaram-se para a jornada desde sítios tão dispares como Barcelona, Sevilha, Valência, ou da região das Astúrias. Cidades e territórios não muito próximos de Badajoz, mas que não esmoreceram a vontade e curiosidade em viajar e descobrir o Museu português.

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Depois de já termos conversado com Javier Díaz, vice presidente da AAFSMZ, para lançar a saída ferroviária que se realizou no dia 29 de Agosto. Acabamos por voltar ao seu encontro para nos dar o seu ponto de vista da saída, e estivemos à conversa:

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Fonte próxima do Museu, no Entroncamento, adiantou que a excursão chegou 8 minutos depois da hora, eram 12h38. A receber o grupo de aficionados para a visita ao MNF, esteve João Paulo Marques, guia do MNF, mas também um conhecido entusiasta de caminhos de ferro. “Falam a mesma língua,” referiu. A visita começou logo de seguida e prolongou-se até às três da tarde, com o entusiastas a almoçarem meia hora depois da hora marcada. Por volta das 18h16 a Allan regressou a Badajoz.

Da visita ao complexo museológico adiantou que “quiseram ver tudo.” Mostraram mais interesse na parte dedicada ao material circulante. Também ” gostaram muito de ver a Pacific na entrada do Museu, “ e elogiaram o trabalho de restauro. Perguntaram pelo Foguete. A nossa automotora, que espera melhores dias para restauro no Porto, é similar ao antigo TAF espanhol. À tarde houve ainda aficionados que expressaram interesse em ver a 1805, e rematou: ” eles estão a par do que se passa no MNF. “

A acompanhar a saída esteve também um colaborador da revista Maquetren. “Um dos senhores da Maquetren veio nessa viagem também,  se calhar deverá haver em breve uma reportagem na revista. “

A terminar, e embora exista justificação para o estado da ALLAN alugada, esperamos que a CP Comboios de Portugal não se esqueça, numa próxima oportunidade, que é uma empresa e como tal tem recursos.