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APAC inicia novo semestre de actividades

apacSEDEA Associação Portuguesa de Amigos dos Caminhos de Ferro (APAC) iniciou um novo Ciclo de Conversas e Exibições no passado sábado 16 de Janeiro. As actividades de temática ferroviária estão programadas para acontecer no 3º sábado de cada mês até 18 de Junho.

A última década do Séc. XX, em “O final da era clássica do Caminho de Ferro em Portugal”, foi o tema com que Ricardo Grilo ilustrou a tarde sábado na sede da APAC, em Lisboa. A sessão abriu a segunda temporada da proposta associativa para abordar temas da ferrovia. Uma iniciativa que valoriza também os arquivos e as memórias do património humano da associação.

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Aproveitando o inicio do Ciclo metemos conversa com António Brancanes dos Reis. O presidente da APAC adiantou o que se pode esperar nos terceiros sábados de cada mês até Junho, e fez um balanço dando conta de alguns dos momentos que marcaram a vida associativa em 2015.

Dia 20 de Fevereiro – “Recordações de via estreita do norte de Portugal nos anos 80 do Séc. passado” – José Martins Carvalho

Dia 19 de Março – “Miscelânea sobre carris” – Owen Brison

Dia 16 de Abril – “Como se viajava antes de 1940″ – Fernando Pedreira

Dia 21 de Maio – “Imagens recentes de um caminho de ferro em Portugal” – Carlos Lima

Dia 18 de Junho – “Os Comboios, a tracção e o retorno da corrente eléctrica  a Subestação” – Nuno Silvério Barrento

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O fim das grandes máquinas diesel, pontapé de saída do ciclo, recuperou o ocaso de uma época de comboios de passageiros e mercadorias nas linhas a sul do Tejo. Em enquadramentos de profundidade e slides cheios de cor, os presentes viajaram pelo Barreiro, Casa Branca, Fronteira, e outros lugares a sul. Nos cenários do alto e baixo Alentejo, e Algarve, os comboios encherem a tela de projecção até ser já noite na rua.

A próxima sessão, com data marcada para 20 de Fevereiro, promete uma viagem até ao final dos anos 80 do Séc. XX. Será um encontro com as linhas de via estreita do Norte de Portugal. “Recordações da via estreita do Norte de Portugal nos anos 80 do século passado”, será o ponto de partida para a apresentação de José Martins de Carvalho.