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Posicão por uma CP Carga publica esteve hoje na rua

Activistas sindicais realizaram esta quinta-feira um cordão humano em frente à sede da CP Carga como forma de protesto contra a passagem da empresa para o sector privado. Recorde-se que o processo de alienação da empresa ficou concluído à porta fechada no passado dia 20 de Janeiro, com a anuência do Ministério do Planeamento e Infraestrutura.

Para para os activistas não está em causa o actual dono, nem o anterior, mas sim o processo de venda. Classificam a alienação como pouco clara e desfavorável para o Estado, e antagónica para definição de uma política publica para o sector.

Em comunicado a FECTRANS, refere que não houve “coragem política para travar um processo ruinoso para o País”, porque consideram que a empresa foi “vendida por 2 milhões depois de o Estado a capitalizar em mais de 116 milhões”. Processo onde o contrato e passagem do parque de locomotivas permanece desconhecido, e por isso pede que “sejam tornados públicos todos os documentos e contornos deste negócio”.

Importa ainda referir, citando o comunicado da plataforma sindical, que está marcada uma reunião com a nova administração da CP Carga para dia 2 de Fevereiro.

Depois do cordão humano, a acção comportou ainda uma deslocação ao Tribunal de Contas, onde elementos da delegação foram recebida por uma funcionária da entidade pública, que recolheu os dados do processo entregues. E ao Palácio Foz nos Restauradores, à Secretária de Estado das Infraestruturas, que na ausência de Guilherme W. d’Oliveira Martins, o mesmo documento acabou por ficar com a secretária.