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Ramal da Lousã: Assembleia recomenda município rejeita

serpinsPonteeiffelDias antes da publicação em Diário da Republica (DR) da Resolução do Parlamento, que recomenda ao Governo a extinção da Metro Mondego, S. A. e reposição, modernização e electrificação do ramal ferroviário da Lousã, a Assembleia Municipal de Coimbra rejeitou uma proposta orientada no mesmo sentido.

Na terça-feira a Assembleia Municipal de Coimbra rejeitou uma proposta da CDU que defendia, refere o Diário das Beiras, a “reposição dos carris no Ramal da Lousã e a electrificação e integração desta via na rede ferroviária nacional”.

A proposta, adianta a publicação, obteve 7 votos a favor da CDU, 14 votos contra do PS e do movimento Cidadãos por Coimbra, e 24 abstenções via coligação PSD/PPM/MPT, e do CDS-PP, e ainda alguns elementos ligados ao PS.

A Resolução aprovada na Assembleia da República a 12 de Fevereiro e publicada em DR na passada sexta-feira, pronuncio-se pela extinção da Metro Mondego, S. A., devolução do seu património ao domínio público ferroviário e municipal, e reposição, modernização e electrificação da linha do ramal ferroviário da Lousã.

A recomendação ao Executivo obteve então votos favoráveis dos deputados comunistas, de Os Verdes e do PAN. Os grupos parlamentares do PS, CDS e PSD  abstiveram-se.

Entretanto as populações do distrito de Coimbra residentes em Serpins, Lousã e Miranda do Corvo, servidas pelo ramal da Lousã, continuam com alternativas precárias ao comboio, desde 2010.