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Silos das estações do Cacém e Massamá operacionais em 2017

linhaSintraUQEInfraestruturas de Portugal e CM de Sintra assinaram esta segunda-feira a consignação dos parques de estacionamento das estações do Cacém e Massamá na linha de Sintra. O protocolo prevê a entrada em funcionamento dos equipamentos no primeiro trimestre de 2017.

O acordo que passa a gestão dos equipamento para o município de Sintra foi rubricado no átrio da estação de Barcarena/Massamá por António Laranjo, presidente da IP e Basílio Horta presidente da autarquia de Sintra. A sessão contou com a presença do ministro Pedro Marques.

O responsável pela pasta das infraestruturas, na intervenção que fechou a cerimónia, mostrou satisfação pelo acordo alcançado. O protocolo vai “colocar quase mais mil lugares” ao serviço das populações para se usar o comboio, destacou. Mas também porque reclamou para a Tutela um “impulso politico” no desbloquear do acordo entre as entidades.

A entrada em funcionamento dos silos, prevista para o primeiro trimestre de 2017, vai disponibilizar  585 lugares para automóveis ligeiros e 50 lugares para motos em Massamá, e 305 lugares para automóveis ligeiros no Cacém. O valor mensal de estacionamento, adiantou Basílio Horta, deverá centrar-se entre os 12.50€ e os 7.50€ mensais. Um valor próximo “da tarifa social”, mas que vai ao encontro do protocolo, sublinhou.

O primeiro parque a entrar em funcionamento “24 horas por dia, todos os dias do ano e com vigilância permanente” será o da estação de Barcarena/Massamá, “depois o do Cacém por estar mais abandonado”. Segundo o autarca até à abertura dos silos a CM de Sintra conta investir cerca de 170 mil euros para capacitar as infraestruturas.

Artigo completo encontra-se disponível para subscritores.

Já António Laranjo, acompanhado pelo novo vice-presidente IP Carlos Fernandes, referiu na abertura da sessão que a autarquia tem melhores recursos para gerir os parques de estacionamento. Uma vez que a “gestão partilhada irá permitir colocar os equipamentos ao nível das populações, potenciando os equipamentos, e espaços ferroviários”.

Sendo que para quem tem a primeira palavra na IP este foi mais um passo na promoção da mobilidade sustentável que a empresa defende.