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Portugal candidata 5 projectos ferroviários ao CEF

Sines-Madrid_MEDWAYPortugal apresentou 5 candidaturas no modo ferroviário ao programa de financiamento europeu Connecting Europe Facility (CEF). A entrada temática associada aos transportes encerrou dia 7 de Fevereiro, e ao contrário de outros anos não contem propostas de operadores ferroviários.

Os cinco projectos, em linha com a prioridade definida pelo Governo no Plano Ferrovia 2020, representam 1016 M€ (€958 975 306 na dotação coesão e €57 310 000 na dotação geral).

Entre os projectos ferroviários candidatados realçam-se os corredores norte e sul. No Corredor Internacional Sul, a segunda fase das obras da linha Évora-Caia e a modernização da Linha de Sines. No Corredor Internacional Norte, a nova linha Aveiro-Mangualde e a implementação do sistema ERTMS na linha da Beira Alta. Ainda a norte as Plataformas logísticas multimodais do porto de Leixões.

Entre os trinta projectos apresentados ao programa, 5 destinam-se ao modo ferroviário. Candidatam-se na dotação coesão 4 projectos. Os estudos e trabalhos:

Artigo completo encontra-se disponível para subscritores.

Na dotação geral da Call, o modo ferroviário procura ainda apoio para implementar na ligação Ferroviária Aveiro-Vilar Formoso no Corredor Atlântico, o sistema ERTMS na  Linha da Beira Alta, entre Pampilhosa e Vilar Formoso. Dotação do programa €28 655 000, responsabilidade da IP €28 655 000, para um total de €57 310 000 a alocar para o projecto.

No modo marítimo assinala-se no domínio do sector marítimo – portuário: 4 projectos, num total de 97 M€ de investimento. Na rodovia, o destaque vai para ligação da A25 à fronteira de Vilar Formoso: 15 M€. Com as outras 4 candidaturas no modo rodoviário perfaz-se um total de 36 M€ de investimento.

Assinala-se finalmente a apresentação de 8 candidaturas por parte da Força Aérea, para um investimento global de 33 M€.
Cinco das candidaturas são apresentadas ao CEF Coesão e as restantes 25 ao CEF Geral.

Para o investimento global de 1,2 mil milhões de euros, são solicitados apoios comunitários num montante de 826 milhões de euros (taxa média de comparticipação de 69%).

Está em causa maioritariamente investimento público (1140 M€), mas também investimento privado (56 M€).