free web
stats

Sessão responde a questões de como viver ou montar um negócio numa estação

Caldas_da_Rainha_Railway_StationComo saber quais os activos disponíveis, como iniciar um processo de subconcessão, ou qual o valor e a periodicidade a pagar na subconcessão, foram algumas das questões colocadas pela assistência na sessão “Rentabilizar Património Ferroviário – Sabia que pode viver ou montar um negócio numa estação de caminhos de ferro?”.

Logo após a intervenção de Raul Aguiar, CGD, juntaram-se na mesa a Hilário Teixeira do Clube Ferroviário de Portugal, Ana Patrício, Pensão Destino, João Rocha, IP Património, e António Manzoni, AECOPS.

A primeira questão da assistência procurou saber, além do que está disponível na plataforma online, como podia ter um ideia dos activos que a IP Património disponibiliza.

“Basta um contacto, por email [geral@ippatrimonio.pt] ou carta, dirigido à IP Património que nos em resposta trocamos informação. Seja por resposta a património que o próprio interessado identificou, e quer saber se está disponível e em que condições. Seja até, em situações em que é muito comum, termos investidores que têm ideias para o património mas não têm ideias para o local. Nós propomos um conjunto activos, que se forem do interesse do requerente”, respondeu João Rocha, despoletam o processo de contratualização.

O custo da mensalidade e como se determina esse valor no caso de subconcessão de uma estação foi outra pergunta vinda da plateia, dirigida novamente para a IP Património. Depende da proposta, dimensão do que se quer concessionar, e da análise do próprio negócio respondeu João Rocha, de uma forma simples.  Ou seja, explicou: “em função do investimento necessário para a conservação do património, os custos com a própria operação. No fundo também temos em consideração o próprio local numa taxa de esforço admissível para a sustentabilidade do negócio”.

De acordo com o técnico não existe uma valor tabelado para uma subconcessão. Uma mensalidade começa a ser encontrada com a comunicação entre o interessado e a empresa. Referindo ainda que o valor de referência depois de encontrado ainda pode ser negociado. A periodicidade do pagamento assenta em mensalidade. Mas mas pode haver casos, existindo acordo, onde esse encargo pode ser contratado numa base semestral ou anual.

Uma outra questão voltou a focar o despoletar do processo de subconcessão. Para além da necessidade de entrar em contacto empresa para abrir um canal de comunicação, João Rocha explicou que é relevante ter uma finalidade além do interesse. Por vezes, referiu, a IP Património é abordada por interessados, no entanto não adiantam “no quê, em que área, em que geografia, publico alvo, tipo de cliente”, limitado a oportunidade de uma resposta assertiva.

A sessão “Rentabilizar Património Ferroviário – Sabia que pode viver ou montar um negócio numa estação de caminhos de ferro?” foi promovida pela webrails.tv. Contou com o apoio do Clube Ferroviário de Portugal,  AECOPS, IP Património, Pesnão Destino, Caixa Geral de Depósito e APAC.