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Ferrovia e financiamento em debate na OE

Embora o centro do debate tenha sido mais ferrovia que financiamento. As questões colocadas pela assistência no final da conferência “As Infraestruturas como Instrumento de Desenvolvimento Económico do País”, centraram-se mais nas opções da rede, redundância da infraestrutura, e filigrana operacional. Os números e formatos de financiamento não levantaram dúvidas ou questões aos presentes.

Esta terça-feira nove de Maio a Ordem dos Engenheiros promoveu – resumiu alguém na sala ainda mesmo antes da sessão começar – uma Conferência focada nas infraestruturas rodo-ferroviárias onde  “primeiro se vai ver como é que se vai fazer, e depois como se financia”, mas sem que os formatos e soluções financiamento tenham merecido atenção no debate final junto da plateia de engenheiros.

No painel principal de “As Infraestruturas como Instrumento de Desenvolvimento Económico do País” intervieram, primeiro, António Laranjo. O presidente da IP abordou “O Programa de Desenvolvimento das Infraestruturas Rodoviárias e Ferroviárias em Portugal”. Depois, em segundo, Paulo Henriques, sub-director da Caixa Geral de Depósitos abordou os “Modelos de Financiamento das Infraestruturas para o Desenvolvimento”.

Artigo completo encontra-se disponível para subscritores.