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Trás-os-Montes: mobilidade e ferrovia em debate

Em Torre de Moncorvo, Trás-os-Montes, debate-se no dia 22 de Junho “Acessibilidade e Coesão Territorial” na iniciativa Concelhos Raianos. A ferrovia marca presença no primeiro painel “Mobilidade Ferroviária: Presente e Futuro”.

A emprestar conteúdo ao debate vão estar as intervenções de:José Leite, presidente da Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo, “O fio e a linha”. Daniel Conde, fundador do Movimento Cívico Pela Linha do Tua, com a questão “Caminho-de-Ferro que futuro?”, e o espanhol José Cuéllar em “Los ferrocarriles do Oeste”.

A moderar o painel “Mobilidade Ferroviária: Presente e Futuro” vai estar António Lopes da editora Lema d’Origem. Trata-se do editor do livro “A Linha do Vale do Sabor – Um Caminho-de-Ferro Raiano do Pocinho a Zamora“.

A proposta de estimulo à sociedade, adianta a plataforma organizadora RIONOR, encontra-se aberta à comunidade, e procura debater “os problemas da acessibilidade na perspectiva da coesão territorial e que vão das ligações ferroviárias às rodoviárias, das ligações fluviais às aéreas e da cobertura das redes móveis à conexão com a Internet”.

A passagem de Conselhos Raianos por Torre de Moncorvo, a 22 de Julho, insere-se num numa intervenção mais vasta. A abordagem às motivações da região raiana portuguesa e espanhola teve inicio em Abril num ciclo de encontros que termina a 25 de Novembro.

O pontapé de saída para ciclo de debate aconteceu a 29 de Abril em Bragança, seguiu-se Puebla de Sanabria, em Espanha, a 17 de Junho. No dia 22 deste mês realiza-se em Torre de Moncorvo, e salta a fronteira para Alcanices (Espanha), a 14 de Outubro. Regressa a Portugal a 4 de Novembro em Alfândega da Fé, e termina em Vila Flor a 25 de Novembro.

Além da RIONOR, entidade que promove a abordagem à região raiana, colaboram com a iniciativa seis localidades portuguesas e espanholas, de Bragança, Puebla de Sanábria, Torre de Moncorvo, Alcanices, Alfândega da Fé e Vila Flor. Fazem ainda parte do projecto Instituto Politécnico e o Centro de Ciência Viva de Bragança, e a editora transmontana Lema de d’Origem.