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Reprogramação Portugal 2020 para manutenção da linha de Cascais

img: Nuno Morão

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A reprogramação do Portugal 2020 vai atribuir verba para manutenção e recuperação da linha de Cascais. A intervenção de fundo só em próximos programas, adiantou Pedro Marques esta quarta-feira no Parlamento.

Em audição na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, reiterou a intenção do Governo alocar verba da reprogramação do Portugal 2020 para a linha de Cascais.

Quadro onde considerou como prioritário a “renovação da via, intervenção na catenária”, até para se preparar a “mudança de tensão” da infraestrutura para quando se realizar a ligação à linha de Cintura.

Mas, segundo o governante, realizar já essa obra não seria de todo prudente. No horizonte da linha, , nos próximos tempos, não está a aquisição de comboios novos e modernização da infraestrutura com electrificação.

Referiu: “Mas, fazermos neste ciclo de programação a ligação à linha de Cintura, não seria sério estar a dizer isso agora, porque não estamos em tempo de o fazer nos anos que faltam”.

Ideia reforçada com a não atribuição da verba estipulada para a linha no PETI (pag. 101) aquando da planificação do Portugal 2020 alocado ao POSEUR, pela legislatura anterior. A opção remeteu “zero” para a linha de Cascais, acusou Pedro Marques.

Na segunda ronda de questões, complementou a intervenção sobre o corredor da linha, quando houver condições, terá lugar um “programa especifico de aquisição de material circulante especifico para a linha de Cascais”. É o que faz sentido que aí aconteça. rematou.

Segunda Ronda

Além da linha de Cascais, a ferrovia passou pela audição através do Sistema de Mobilidade do Mondego e das linhas do Douro e Oeste.

No Douro, por causa da interdição de via prevista para Dezembro de 2018 e Janeiro e Fevereiro de 2019, estão assegurados os transportes alternativos, disse.

No Oeste, porque a obra só será “lançada quando estiverem criadas as condições para o efeito”, respondeu Pedro Marques aos deputados a propósito de trazer o atraso da projecção do Ferrovia 2020 para aquela infraestrutura, para a audição.

O tema dos atrasos das intervenções do Ferrovia 2020 no terreno também foi aflorado nas questões ao ministro. Por causa dos atrasos o BE sugeriu ao ministro mexer  Plano e reprogramar o cronograma de obras. Porque as obras já estão quase dadas como acabadas e ainda não chegaram ao terreno.

Sobre a ramal da Lousã respondeu os projectos BRT estão a ser trabalhados. Por outro lado será reserva uma verba da reprogramação do Portugal 2020 para a execução do Sistema de Mobilidade do Mondego.