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Greve IP de dia 2 Abril sem serviços mínimos

planeamentoEinfraesruturasO Tribunal Arbitral do Conselho de Económico e Social decretou pela nulidade de serviços mínimos na Greve de dia 2 de Abril no Grupo IP.

Foram solicitados, mas “por se tratar de uma greve de curta duração, de um dia apenas”, não foram tidos em consideração.

Adianta o Acórdão que havendo alternativas de transporte para a população não existe necessidade de serem decretados serviços mínimos.

A decisão desvaloriza o pedido de 25% da Infraestruturas de Portugal. Ainda assim, lembra o Acórdão da entidade, que as marchas iniciadas devem chegar ao seu destino, o comboio socorro deve ser assegurado, e o transporte de materiais perigosos e produtos perecíveis também.

Sentido em que alerta as organizações subscritores para a responsabilidade de designar os trabalhadores para os serviços mínimos listados na decisão do documento.

Na base da Greve de dia 2 de Abril está a actualização dos salários dos trabalhadores, congelados desde 2009 na IP.

Os 13 Sindicatos subscritores defendem que é tempo de regularizar a situação mas não tem havido convergência por parte da pasta do sector e Administração da IP.

Esta quinta-feira, dia 29, Sindicatos e Administração da IP têm agendada mais uma ronda negocial para desbloquear a situação.

Se o impasse se mantiver, segunda-feira, ao contrário da Greve de dia 12 onde 20% do transporte estava assegurado pela decisão arbitral, poderá não haver comboios a circular. Os trabalhadores da IP estão na base gestão da rede ferroviária.

A paralisação abrange Infraestruturas de Portugal, IP Património, IP Engenharia, e IP Telecom.