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Fernave realizou sessão de esclarecimentos para o 2º curso de maquinistas

imagesite(23.04.2013) A sede da Fernave, em Lisboa, recebeu ontem uma sessão de esclarecimento para o 2º CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE MAQUINISTAS, com início previsto para 13 de Maio.

Foi uma sala composta que recebeu a acção de esclarecimento. A abrir e conduzir a sessão, Rui Lucena, do Conselho de Administração da Fernave, referiu que a segunda edição surgiu porque a iniciativa da Fernave em apostar na formação, nomeadamente no 1º curso ainda a decorrer, teve eco em alguns dos operados ferroviários que se mostram “agradados com a iniciativa“. E também porque desde a primeira edição ficou expresso existirem interessados para uma segunda edição.

A decorrer em Lisboa, o curso tem uma duração máxima de 11 meses em horário laboral, para um máximo de 17 formandos. Composto por uma parte teórica, e outra prática, confere certificação na profissão de maquinista “no que é o padrão de material circulante em Portugal ”, apto para serviços de mercadorias, e passageiros. Na sessão foram apontadas as locomotivas diesel 1900/1930, e eléctricas Siemens LE 5600 e Euro 4000, e as automotoras UQE série 2300/2400. Com o exame regulamentar por parte do IMT positivo no primeiro itinerário e veículo é concedida a carta de maquinista. A formação é homologada pelo IMT e tem por base os requisitos da Lei 16/2011.

A formação prática ao nível da condução é composta por cerca três semanas de campo para cada veículo. A primeira semana para tomar contacto com o veículo, as duas seguintes, focadas no exame do IMT, para condução e preparação do itinerário para certificação. O estágio pós curso é da responsabilidade do formando. Com o objectivo de aproximar o setor ferroviário, a formação tem ainda programadas visitas técnicas à Refer, EMEF, e outras empresas que concorrem para a realidade ferroviária portuguesa.

Já no final, Rui Lucena fez uma leitura positiva da conjuntura onde se enquadra o curso de formação inicial de maquinistas, apontou o futuro regime de concessões ferroviárias, a abertura do mercado nas mercadorias, e a certificação de novos operadores ferroviários, como oportunidades. Lembrou também, que a Fernave “não é uma agência de emprego”, mas de formação para a certificação por parte do regulador. Terminou a sessão referindo que “a decisão de entrar no curso não pode ter dúvidas”, até pelo investimento que significa.