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Greve dias 12 e 13 de Junho no horizonte

[ACTUALIZADO 14.06.2018 - 14h08 - COMUNICADO CP "Impacto global da greve nos serviços da CP"] A CP – Comboios de Portugal informa que, em resultado da greve que ocorreu nos dias 12 e 13 de junho, o nível de supressões registado nos serviços da Empresa, no conjunto dos dois dias, correspondeu a 46,4%.

Neste contexto, descriminando por tipo de serviço:

- Serviços de Longo Curso: efetuaram-se 78,5% dos comboios programados;
- Serviço Regional: efetuaram-se 63,2% dos comboios programados;
- Serviços Urbanos de Lisboa: efetuaram-se 43,3% dos comboios programados.

Os números agora disponibilizados correspondem, com rigor, ao número de circulações que efetivamente foram asseguradas.

A Empresa regista e agradece a todos os trabalhadores que permitiram a realização de um grande número de comboios, para além dos serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral, minorando assim os efeitos juntos dos seus Clientes.

[ACTUALIZADO 13.06.2018 - 20h09 - Plataforma de Sindicatos] Terminou às 12 horas o período de greve no sector ferroviário, que se iniciou às 00h de dia 12 (ontem) nas empresas MEDWAY e TAKARGO até às 24h e que na CP decorreu entre as 12h de dia 12 de Junho, até ás 12 horas de hoje, com uma adesão quase total dos trabalhadores, que no que concerne à circulação ferroviária de passageiros e mercadorias, ficou reduzida aos denominados serviços mínimos.

Foi uma greve que teve um destinatário, o governo de quem exigimos que acautele a segurança de pessoas e bens e que tenha em conta as reivindicações que colocamos e, assim, mais do que nas palavras, se assegure sem ambiguidades o principio de que a circulação ferroviária em Portugal, agora e no futuro, terá como regra o mínimo de dois trabalhadores por comboio.

É possível o acordo se o governo se colocar ao lado dos interesses da segurança e não ao lado dos interesses dos operadores, se assim fizer terá da parte dos representantes dos trabalhadores uma posição negocial construtiva.

Mas se não houver esforço da parte do governo, os ferroviários voltarão à luta das 12 horas de dia 23 às 12 horas de dia 24 de Junho na CP e dia 25 das 00h às 24h na MEDWAY e TAKARGO, na região Norte do País

[ACTUALIZADO 12.06.2018 - 17h45 - COMUNICADO CP "Impacto da greve nos serviços da CP"] A CP – Comboios de Portugal informa que, no contexto da greve que está a decorrer desde as 00h00 do dia de hoje, o impacto nos serviços da empresa reportado às 16h00, é o seguinte:

· Comboios programados (quantidade) 680
· Comboios suprimidos (quantidade) 342
· Comboios realizados (%) 49,7%
· Comboios suprimidos (%) 50,3%

Acresce a seguinte discriminação por tipo de serviço:

- Serviços de Longo Curso – Efetuados 81,8% dos comboios programados;
- Serviço Regional – Efetuados 58,1% dos comboios programados;
- Serviços Urbanos de Lisboa – Efetuados 41% dos comboios programados

[ACTUALIZADO 12.06.2018 Lusa] O presidente da CP, Carlos Nogueira, estimou hoje que esta greve deverá ter um impacto de 700 mil euros, quando a anterior, no passo dia 04, referiu uma perda de receitas de 1,3 milhões de euros.

Nova greve, mas para os trabalhadores a Norte de Coimbra, decorre de 23 e 24 de Junho.

[ACTUALIZADO 12.06.2018 - 17h29 - Plataforma de Sindicatos "Greve em defesa da segurança e dos postos de trabalho"] Com excepção dos chamados serviços mínimos, o dia de hoje é pautado pela supressão total da circulação ferroviária de mercadorias e passageiros, decorrente de uma adesão quase total dos ferroviários à greve em curso em defesa da segurança na circulação e dos postos de trabalho.

Esta greve que começou às 00h na MEDWAY e TAKARGO e continuou a partir das 12 horas na CP, tem como objectivo que as excepções no Regulamento de Segurança, não se transformem em regra de circulação ferroviária apenas com um trabalhador, situação que poria em causa a segurança de pessoas (trabalhadores e utentes) e bens transportados e seria um factor para a redução de centenas de postos de trabalho.

Na área abrangida pela greve – de Coimbra até ao Algarve, são centenas de postos de trabalho encerrados, tais como mais de 95% das bilheteiras da CP e, nos locais de trabalho apenas se encontram os trabalhadores.

Saudamos mais uma vez todos os ferroviários, de todas as categorias profissionais, pelo combatividade, unidade e mobilização na luta, da qual o governo tem que tirar as devidas ilações e reabrir o processo de negociação de forma a que se encontrem as soluções para o conflito, de modo a que a segurança seja posta à frente dos interesses dos operadores.

[ACTUALIZADO 09.06.2018 - COMUNICADO CP] A CP – Comboios de Portugal informa que, por motivo de greve declarada por várias Organizações Sindicais, se prevêem supressões e atrasos na circulação dos comboios em todos os serviços da CP, à excepção dos serviços urbanos do Porto, nos dias 12 e 13 de Junho, não obstante o Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social ter decretado a realização de serviços mínimos.

As causas invocadas no pré-aviso de greve para esta acção de protesto, cujas consequências terão sérios impactos na mobilidade dos cidadãos utilizadores dos serviços da CP, são totalmente alheias à Empresa ou à sua capacidade de intervenção.

A CP lamenta profundamente os incómodos causados aos seus clientes e recomenda a obtenção de informação atualizada sobre o estado da circulação de comboios através do contacto com os canais de informação da Empresa, nomeadamente o site www.cp.pt ou a linha CP 707 210 220.

[08.06.2018] A Plataforma sindical que não se revê no sentido da actualização do Regime de Agente Único, anunciou greve na CP, Medway e Takargo, para os dias 12 e 13 de Junho.

Entretanto, e para esses dias, o Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social, reunido esta sexta-feira, já se pronunciou. Em acórdão decretou serviços mínimos na CP e empresa de transporte de mercadorias Medway.

No entanto, convém esclarecer, que há greve marcada para dias diferentes, regiões diferentes e empresas. No próximos dias 12 e 13, no serviço de passageiros CP, a paralisação está marcada para a região sul. Depois ruma a norte, por alturas do São João do Porto, nos mesmos moldes.

Assim, na próxima terça e quarta-feira, a área geográfica em greve situa-se entre Coimbra e Vila Real de Santo António. Abrange a “Linha do Norte: Entre Coimbra-B (inclusive) e Lisboa; Linha do Oeste: Lisboa Entre e Figueira da Foz (inclusive); Linha da Beira Baixa e Linhas de todo o Sul” do país.

Como a geográfica se situa a sul nos dias 12 e 13, os efeitos não se deverão sentir no serviço suburbano do Porto. O mesmo já não se poderá dizer nos serviços de longo curso e regional, entre norte e sul. Os comboios misturam trabalhadores das duas regiões e isso pode ter impacto nas circulações.

Na zona de Lisboa, a contestação ao Agente Único vai apanhar a noite que antecede o dia de Santo António e a manhã do feriado municipal.

“Farão greve à prestação de todo e qualquer trabalho durante todo o seu período de trabalho entre as 12h do dia 12 de Junho 2018 e as 12h do dia 13 de Junho de 2018″, informa nota da Plataforma.

A situação tem como cenário uma ocasião em que a cidade de Lisboa é muito procurada pela população das zonas limítrofes. Quer seja para ver o desfile das marchas populares, que ocorre na Avenida da Liberdade, quer seja pela cerveja e sardinha assada dos muitos arrais que se desmultiplicam pelos vários bairros das sete colinas.

Nas mercadorias, para a Medway e Takargo, o pré-aviso remete para as 24h do dia 12. O acórdão salvaguarda a circulação de matérias perigosas e produtos perecíveis, como serviços mínimos na Medway.

O sector deverá ainda assegurar meios, como o comboio socorro, para responder a situações limite que ocorram durante o período de greve na rede ferroviária nacional.

Há hora do fecho deste artigo, segundo foi possível apurar, Tutela sectorial e Plataforma – SFRCI; SNTSF/FECTRANS; SINFA; SINAFE, SINFB e ASCEF – não tinham qualquer encontro marcado.