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Gabinete MPI esclarece artigo de JN

Em linha com o anúncio por parte do Jornal de Noticias (JN) de que “Há investigações a acidentes com comboios por concluir há 12 anos”, o Gabinete do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas (MPI) adianta nota explicativa do organismo publico visado, o GPIAAF, que esclarece:

“Com a criação do GPIAAF, durante 2017, e integração neste novo organismo das atribuições e competências do ex-GISAF (Gabinete de Investigação de Segurança e de Acidentes Ferroviários) foram estabelecidas as condições para que a atividade de investigação de segurança se possa desenvolver de uma forma estável, regular e de acordo com os melhores padrões internacionais.

Passado que está o período inerente ao essencial da constituição e consolidação da estrutura do GPIAAF que decorreu durante 2017, foi estabelecido um plano de ação para 2018 no sentido de regularizar a publicação dos relatórios das investigações abertas desde 2015 e reduzir significativamente o prazo médio das investigações entretanto abertas.

Salienta-se que, apesar da publicação de uma parte dos relatórios estar atrasada, o trabalho de investigação de cada acidente tem sido feito atempadamente e de forma rigorosa, e, em conformidade com as práticas recomendadas pela Agência Ferroviária da União Europeia.

Por outro lado, cabe aqui recordar que o ex-GISAF esteve inoperacional de 2011 a 2014, sem investigadores. Com a gradual reoperacionalização daquele Gabinete a partir de 2015, foi dada prioridade à investigação dos acidentes ocorridos desde esse período.”

O esclarecimento tem como referência a noticia publicada hoje pelo Jornal de Notícias, e foi prestado ao jornal pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), segundo o MPI.

De acordo com  o Jornal de Noticias: “Existem 41 investigações a acidentes de comboios por concluir em Portugal. A mais antiga refere-se a um choque entre um comboio e um carro, ocorrida há 12 anos, na Linha do Oeste, próximo de Leiria. Nestes casos incluem-se 20 descarrilamentos à espera de conclusões do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Ferroviários (GPIAF), integrado no Ministério do Planeamento e das Infraestruturas”.