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Sindicalismo em Agenda nos próximos dias

Na EMEF Sindicatos querem reabrir negociações com a administração. A empresa publica do universo CP Comboios de Portugal está em reestruturação, num processo que remonta ao final de 2017, e que já devia estar concluído.

O SNTSF/FECTRANS entregou dia 13 de Fevereiro ao presidente da EMEF, “um pedido de reunião com carácter urgente, para discutir o reinício do processo de negociação, os processos desmembramentos da empresa e a integração do suplemento remuneratório na tabela salários, conforme acordado em Abril passado”.

A falta de resposta poderá abrir um nova frente de luta no sector da manutenção. Um tomar de iniciativa, que do lado do SINDEFER, por razões diferentes, já devia estar no terreno.

O compromisso, por esta altura, diz que a EMEF devia estar mais leve. Sem os pesos da manutenção de vagões ou Metro do Porto. Ter uma posição clara face à manutenção do material CP, do parque CP diesel/eléctrico para alugar ou no papel que espera ter na recuperação de veículos para terceiros em segmentos de turismo ou lazer.

Quando se sabe que há alguns posicionamentos para a oferta de viagens de turismo, interesse no aluguer de material. Cenário onde a CP ainda tem veículos – locomotivas e carruagens – e se há ambição e capacidade para mais que abrir concursos para sucata.

Na EMEF as ORT’s reivindicam ainda, para além de entender o impacto da reestruturação, a entrada em vigor do Acordo de Empresa e Regulamento de Carreiras aprovados.

Ainda por ratificar junto de todas as organizações representantes dos trabalhadores, está a negociação do Acordo de Empresa na Infraestruturas de Portugal. O entendimento foi dado como concluída pela empresa e Sindicatos, só que não foi rubricado por todos.

O SNTSF/FECTRANS não assinou o acordo porque tem “a decorrer um processo de consulta com os trabalhadores, de modo a explicar tudo aquilo que está em cima da mesa, ou seja, as questões já identificadas no último comunicado e é na base das opiniões recolhidas por parte dos trabalhadores que se assumirá a decisão final sobre este processo acordo falta a assinatura de todos os sindicatos que estiveram à mesa das negociações”.

Ainda não estão marcadas mas haverá eleições para os Corpos Sócias do SMAQ no primeiro semestre. Circula, sem confirmação da webrails.tv, que a actual Direcção poderá não ir a votos sozinha.

Com três, duas ou um lista a escolha dos maquinistas terá lugar 60 dias após a marcação da data do sufrágio.