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Tolerância no material não é para resolver problemas na EMEF

audicaoPontesCorreiaO ponto de vista é do engenheiro da CP Pontes Correia, questionado esta quarta-feira em audição parlamentar sobre as folgas de segurança do material circulante pelos deputados.

À Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas levou ao Parlamento a exoneração do ex-director de material circulante onde quer apurar as razões da acção da administração da CP.

Aos deputados dos vários grupos adiantou que as unidades 2240 têm uma tolerância de 10% entre as ida à oficina.  A entrada acontece a cada um milhão e setecentos mil km.

Na leitura do engenheiro o aproveitamento da extensão não pode ser para ajudar a EMEF na falta de poder de resposta, é para ser usado como excepção e não como regra.

“A tolerância não é para resolver os problemas das EMEF, é para a unidade fazer determinado serviço”, adiantou.

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 No final da Sessão a webrails.tv, indo ao encontro do requerimento do Grupo Parlamentar do CDS para ouvir Pontes Correia, falou como deputado Hélder Amaral e procurou saber se a sessão foi ao encontro das expectativas com que foi lançada, entre outras questões:

As audições continuam na próxima quarta-feira. A Comissão recebe o presidente da CP Carlos Nogueira e a CT da EMEF.

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Deu como exemplo uma automotora que está a fazer o seu serviço e chega à sexta-feira com 1700 000 km, a folga serve se na rotação tiver de circular sábado e domingo, e segunda, ou terça, entrar em oficina.

Artigo completo encontra-se disponível para subscritores.