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Lousado em festa no Dia Internacional dos Museus e Noite dos Museus

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img: Daniel Nogueira

O Núcleo de Lousado do Museu Nacional Ferroviário abre portas de 16 a 19 de Maio para ao assinalar o Dia Internacional dos Museus e Noite dos Museus 2019.

O programa para os primeiro dois dias, 16 e 17 Maio, preparou sessões de cinema para os mais novos destinado ao publico escolar.

Na tela vai passar “A Suspeita” uma curta de animação de José Miguel Ribeiro. As Sessões têm lugar às 10H00/ 11H00 / 14H30.

A 18 assinala-se o dia Dia Internacional dos Museus e Noite dos Museus. A iniciativa dinamizada pelo ICOM junta desde 1977,  um por todo o mundo, os vários museus com intuito de estreitar a ligação dos equipamentos com a sociedade.

Assim Lousado preparou, com inicio às 10H30 e às 14H30 a abordagem do acervo do ponto de vista de “Uma viagem no tempo”. A visita guiada vai ao encontro do espaço do museu ferroviário e está direccionada para todas as idades.

Entrando pelo programa às 15H30 o ambiente ganha som com a chegada do Jazz de improviso de Paulo Gomes, e às 18H00 o concerto “Há Jazz no Museu – MAP (O Eixo do Jazz)”.

A Noite do Museus

Das 21H00 / 23H00 ainda por desvendar.

Para dia 19 o Núcleo de Lousado desafia para um passeio de bicicleta. Mais em https://www.facebook.com/events/351028088881484/
- Associados ao evento de duas rodas aos Museus

Às 15H30 é inaugurado no espaço do Museu a exposição “Origem” de Angelina Silva (1), e às 16H00 Filipe Miranda apresenta em concerto o álbum “The Partisan Seed” (2).

Modelismo Ferroviário

Nos dias 18 e 19 durante todo o dia os comboios à escala H0 trazem movimento ao espaço do Museu com o colectivo Módulos Comboios Norte.

O tema proposta para Dia Internacional dos Museus e Noite dos Museus  2019 tem como ponto de partida “OS MUSEUS COMO PLATAFORMAS CULTURAIS – MUSEUS E CIDADANIA.

(1) Angelina nasceu em Portugal (V. N. Famalicão) e cedo se tornou emigrante em França, dividindo e multiplicando assim a sua origem. Possui a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto a que lhe precede uma profícua actividade profissional nas áreas da moda e decoração. Expôs em várias galerias e instituições nacionais e internacionais, destacando-se na atribuição do Prémio de Fotografia: “Visions entorn de l’aigua” da Fundació Guasch Coranty, Barcelona, Menção Honrosa no XXVII Salão de Primavera, Prémio Rainha Isabel de Bragança na Galeria do Casino Estoril em 2014 e Menção honrosa do concurso de Saúde Oral inserida na semana das Artes FMDUP-2013.

Um ponto de partida é sempre um bom mote inicial para qualquer coisa. Este foi o que daqui é causa para o que se lhe segue, como outros em tantos domínios lhe seguirão. Mas um ponto de partida é um ponto de decisão e essa decisão não nasce solteira, não emerge do nada. O trabalho da Angelina é profícuamente limpo e tenaz. Não se compadece de aniquilar o excesso como não se rende de modo sorridente ao fácil e imediato. Medeia nos termos de múltiplas linguagens enquanto serpenteia pelos lugares inseguros dos sinónimos que surgem em primeiro lugar da lista dos mesmos. E esses não são nada sem as afirmações plausíveis, ou não, dos signos substantivos, ou mesmo dos advérbios, aqueles que complementam o sentido do verbo que se quer ouvir dizer. E como sempre há algo que precede o tudo e o nada, do ponto de partida que é o lançamento do visivel surge o trabalho, esse resultado do moer do tempo que nele próprio se explica. Origem é o tudo que precede ao tudo. Origens são a multiplicidade dos tudos, como quem parece nada dizer mas tudo afirma.

(2) ‘Insomnia’ é o título do quinto álbum de The Partisan Seed. Depois de uma viragem mais solar com o disco anterior, Filipe Miranda está agora de regresso a andamentos mais obscuros, materializados numa obra instrumentalmente mais despojada e liricamente mais negra. Como habitual, traça neste álbum um resumo (quase) biográfico que desta vez o conduziu a um mergulho num mundo interior, capturado em som, audível entre a luz e a sombra. O álbum conta com a participação de Helena Ressurreição (vozes) e Fátima Abreu Ferreira (fotografia). Gravado entre Caminha, Esposende e Barcelona. Misturado por Marco Lima e Filipe Miranda no Hertzcontrol Studio e na Casa del Sol.