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“Estação S. Bento. Marques da Silva” apresentado em São Bento

Por Paula Azevedo

No passado dia 20 de maio, pelas 18H30, decorreu na “Sala do relógio” da Estação de Porto-São Bento, o lançamento da segunda edição alargada do livro “Estação S. Bento – Marques da Silva”.

Os três autores Professor António Cardoso, Professor Arquiteto Domingos Tavares e a investigadora Cláudia Emanuel, apresentaram os seus textos tendo a sessão sido moderada pela Doutora Raquel Henriques da Silva.

Na abertura falaram os coeditores Luís Urbano, pela Fundação Instituto Arquiteto José Marques da Silva e José Ribeiro, das Edições Afrontamento, e ainda Paula Azevedo, representante da IP Infraestruturas de Portugal, entidade gestora deste equipamento.

No site da FIMS lê-se o seguinte:

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Capa do Livro

Capa do Livro

“A sala da torre do relógio, um espaço de características construtivas singulares situado no torreão norte da Estação de S. Bento, atualmente gerido pelo The Passengers Hostel, mostrou ser o local ideal para acolher o lançamento da segunda edição de “Estação S. Bento. Marques da Silva”.

Aí se falou do sentido de oportunidade deste livro, de como estes equipamentos se apresentam como palimpsestos, como estruturas de continuidade que preservam a espessura da história e das questões que cada tempo se e lhe coloca.

De como esta Estação Central, que foi edificada quando o comboio era o principal meio de transporte da época, com uma modernidade evidente, continua, nos dias de hoje, a ser percorrida por cerca de 11 milhões de passageiros por ano, e a suscitar renovados olhares sobre os seus autores, José Marques da Silva e Jorge Colaço, os seus engenheiros, os seus construtores; sobre o modo e a forma de construir; sobre os valores estéticos que refletem e os contextos políticos que foram cruzando e sobre ela atuaram.

O livro, através dos seus três autores, fixa o olhar de um historiador que “viveu” em intimidade profunda com José Marques da Silva, António Cardoso; de um arquiteto que pratica e estuda arquitetura, Domingos Tavares; de uma doutoranda sobre Jorge Colaço, Cláudia Emanuel.

Se um nos traz a narrativa histórica, outro acrescenta a reinterpretação do(s) projeto(s), com lugar ainda para a análise dos 26.352 azulejos de Jorge Colaço, naquela que foi a sua terceira grande encomenda e a primeira de outras importante obras também expressas na cidade do Porto.

Coube a Raquel Henriques da Silva apresentar o livro e moderar a participação dos autores. Na abertura da sessão, que teve lugar no dia em que passaram 144 anos sobre a ligação ferroviária com o Minho, cena histórica representada na decoração azulejar do átrio, intervieram Luís Urbano e José Ribeiro, representantes da Fundação e das Edições Afrontamento, respetivamente, instituições coeditoras, e ainda Paula Azevedo, representante da IP Infraestruturas de Portugal, entidade gestora deste equipamento.

O livro, profusamente ilustrado, está agora disponível para venda na loja online da Fundação Marques da Silva.”

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