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Salão Piolho no Cais do Sodré

Cais_Sodre_Cinema_PiolhoO átrio de entrada da estação de caminhos de ferro do Cais do Sodré, da linha de Cascais, serviu de palco para a exibição do filme “As sete ocasiões de Pamplinas”, de Buster Keaton.

A exibição teve lugar ao final da tarde de quinta-feira e enquadrou o ciclo de cinema, Salão Piolho, que decorre em vários locais de Lisboa até dia 24.

No Cais do Sodré o filme as “As sete ocasiões de Pamplinas” foi musicado por Inês Vaz, com órgão e acordeão.

Neste ciclo de sete cine – concertos a IP entra como parceira “onde os protagonistas se multiplicam entre realizadores míticos, musicalidades intemporais e espaços marcantes da vida cultural da cidade”, especifica o gestor de infraestrutura a propósito da colaboração.

O Ciclo teve o tiro de partida na quarta feira, no Chapitô, com a exibição de “O Garoto” de Charles Chaplin. A banda sonora do cine – concerto esteve a cargo de “O Gajo”.

Seguiu-se no programa, ainda no dia 21, pelas 22h00 no Teatro Ibérico “O Homem da Câmara de Filmar”, de Dziga Vertov. A versão foi musicada por Rui Maia.

Para 22 de Novembro o cinema Piolho avança com Curtas de Georges Méliès na livraria Ler Devagar pelas 19h30. O ambiente sonoro tem assinatura de Arsénio Martins Emssamble.

Por volta das 22h00, no Camones Cine Bar, passa “Aurora” de F.W. Mrunau. O arranjo de som para as imagens é de Nuno Costa (guitarra) e Osório Graça (piano).

No dia 23 o Piolho continua às 15h00 no Palácio Foz com o “Gato Felix” de Otto Messmer e Pat Sullivan. O cine – concerto terá como protagonista sonoro Charlie Mancini.

Para dia 24 na Igreja da Madalena, pelas 19h00, é exibido “A paixão de Joana DÁrc” de Carl Dreyer. Diogo Vida assina a trilha sonora.

O Cine Piolho vai na quarta edição. Na iniciativa a Fundação Inatel tem como parceiros o Chapitô , a IP, o Teatro Ibérico, a Ler Devagar, o Camones CineBar, a Paroquia de São Nicolau, Cultura/República Portuguesa, e Cinemateca.