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ML entre as 54 empresas e instituições que assinam Pacto de Mobilidade para a Cidade de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa (ML) assina o Pacto de Mobilidade Empresarial para a Cidade de Lisboa, juntando-se ao World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), à Câmara Municipal (CML), ao BCSD Portugal e a 53 outras empresas para criar soluções mais ecológicas e eficientes para responder às necessidades e desafios da mobilidade e, ao mesmo tempo, de conservação e proteção do planeta.

O Pacto de Mobilidade Empresarial para a Cidade de Lisboa tem como objetivo contribuir para uma mobilidade mais sustentável em Lisboa, através da promoção, divulgação e implementação de uma série de medidas internas e externas, destinadas aos seus colaboradores, mas também aos clientes, publico em geral e fornecedores.

As 54 empresas subscritoras deste Pacto, liderado pelo WBCSD, BCSD Portugal e CML, comprometem-se a implementar mais de 200 ações para transformar Lisboa numa cidade mais verde, segura, eficiente e de mobilidade mais sustentável.

“Ao transportar diariamente cerca de 600 mil pessoas através de um modo de transporte não diretamente poluente, o Metropolitano de Lisboa concorre, de forma efetiva, para a sustentabilidade da área metropolitana de Lisboa, proporcionando níveis adequados de qualidade do serviço de transporte público aos seus clientes, com reduzido impacto ambiental, otimizando os recursos disponíveis e contribuindo para a manutenção de um planeta mais verde e de uma cidade mais descarbonizada”, sublinhou Vítor Domingues dos Santos, Presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

O Metropolitano de Lisboa adere ao Pacto de Mobilidade Empresarial, no âmbito do seu objetivo de contribuir ativamente para a descarbonização do Planeta, enquanto agente fundamental da mobilidade e do transporte público em Lisboa, adotando os objetivos fixados no PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima) 2030 e no Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC 2050).

img: Baltazar Lizardo

img: Baltazar Lizardo

O Metropolitano de Lisboa, como meio de transporte não poluente, assume, deste modo, um papel essencial na descarbonização da mobilidade e no cumprimento dos objetivos definidos nestas agendas.

De salientar que o Metropolitano de Lisboa tem vindo a implementar, desde 2017, um conjunto de medidas, tendo em vista garantir o aumento progressivo da eficiência energética, alinhadas com o compromisso da mobilidade sustentável, nomeadamente em termos de adequação da oferta à procura, tendo desenvolvido um conjunto de alterações tecnológicas para sistemas mais eficientes, designadamente ao nível da iluminação e do sistema de ventilação das suas estações.

O Metropolitano de Lisboa tem, ainda, em curso um conjunto de novos projetos de poupança de energia, bem como o lançamento de um projeto de produção de energia com recurso a sistemas fotovoltaicos.

Estes projetos e as restantes alterações de procedimentos e as inovações já introduzidas pela empresa representam um salto qualitativo para a sustentabilidade futura do Metropolitano de Lisboa, dando um contributo efetivo para a melhoria da qualidade de vida, da mobilidade e da competitividade da cidade e da Área Metropolitana de Lisboa, onde o Metropolitano de Lisboa continua, e continuará, empenhado em reforçar o seu papel enquanto operador e agente estruturante da mobilidade.

São signatárias do Pacto: Accenture; Acciona; Adene; ANA – Aeroportos de Portugal; Arcadis; Banco Atlântico Europa; Barraqueiro Transportes; BNP Paribas; Brisa; Caetano Auto; Carris; Circ; Crédito Agrícola; CTT; DECO; Deloitte; DHL Express Portugal; DPD; Eaton; eCooltra; EDF Renewables Portugal; EDP; Efacec; El Corte Inglês; EMEL; Epal; EY; Fujitsu; Fundação Salesianos; Galp; Grupo Ageas Portugal; Hertz; IKEA Portugal; Imprensa Nacional Casa da Moeda; Infraestruturas de Portugal; Kia Portugal; Logistema; Lojas Francas de Portugal, S.A.; Loyal Advisory; Mercedes-Benz Portugal; Metropolitano de Lisboa E.P.E.; Millennium bcp; Nissan Portugal; PwC; Repsol; Rodoviária de Lisboa; Santander; Schneider Electric; SGS Portugal; Siemens; Siva; Tecnoplano; TIS; TramGrid; Uber e Vodafone. A este grupo poderão juntar-se outras no futuro.

ML/IP