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Associação Cultural Comboio da Esperança esteve presente na XII Feira Pedagógica do Barreiro

969339_630257823669361_1549198867_nDecorreu nos  dias de 29 de Maio a 1 de Junho, a XII Feira Pedagógica do Barreiro no Parque da Cidade, organizada pela CMB (Camara Municipal do Barreiro), contando com cerca de 40 estabelecimentos de ensino e entidades particulares das quais fez parte a ACCE (Associação Cultural Comboio da Esperança).

Com o intuito de divulgar a sua missão no campo da preservação, conservação e restauro  de material circulante na “Catedral do Diesel“, o Barreiro, bem como também fazer chegar o modelismo ferroviário aos mais novos, a ACCE teve presente nos 4 dias do evento com um stand onde expos os módulos da “Estação de Mico” de Ivo Oliveira e composições 1400, 1960, 5600, etc. de Hugo Marques.

463704_630258890335921_554500877_oNum ambiente jovem e descontraído a ACCE pôde junto dos visitantes dar a conhecer o que a move. Tendo como base na sua criação a aquisição e restauro de um furgão Df Metalizado do Barreiro, peça que hoje em dia apenas se sabe restarem quatro em todo o país. Segundo Hugo Marques Vice-Presidente da ACCE “a exposição decorreu acima das espectativas, havendo muitos jovens a participar, e curioso a ver que os pais ainda davam mais atenção aos comboios que os miúdos”. Foram abordados por muitos trabalhadores e ex-trabalhadores da ferrovia “ou não fosse o Barreiro um forte polo ferroviário, bem como congratulados pela iniciativa da aquisição e restauro do DF que está para muito, mesmo muito breve”, refere.

295521_630257503669393_144147196_nHugo Marques diz ainda que quando da sua criação a ACCE fez junto das entidades competentes e consistentemente apoiados pela CMB um “pedido de aquisição de um vagão Quimigal por este também representar a memória de todos nós no que se refere aos comboios do Barreiro”.

A ACCE tem mais projetos na calha e desvenda que “irá encetar esforços para que a locomotiva 1505 existente na EMEF sob a qual recai uma divida de restauro na ordem dos 57.000€, seja adquirida com a comparticipação das gentes e entidades do Barreiro, sendo depois possível a sua exibição e quem sabe a criação de um Museu no concelho, bem como outras estruturas culturais e turísticas ligadas ao comboio e modelismo ferroviário. Sabemos que os tempos estão difíceis, sabemos que o dinheiro no bolso não abunda. Há que preservar a nossa História pois um Homem sem História é um Homem à deriva” conclui.

        autor: Enviado Especial