free web
stats

GTIEVAS já entregou conclusões à Tutela

img : Gerhard Missbach

img : Gerhard Missbach

O grupo de trabalho para infraestruturas de alto valor acrescentado (GTIEVAS) desenhado pela tutuela para ajudar a definir prioridades de investimento público, entregou ontém o relatório ao governo, informou a TSF. As recomendações dão prioridade a Caminhos de ferro e Portos, mas não contempam a reabertura do ramal da Lousã.

O grupo foi criado em setembro de 2013 por Sérgio Monteiro, Sec. Est. dos Transportes e Comunicações, para  responder ao repto de numa época de contenção de custos, apontar linhas na definição de prioridades e modelos de financiamento para intervenções da Tutela em Obras Públicas no horizonte  2014/2020.

De acordo com o estudo, a que a TSF teve acesso, o Metro do Mondego não está contenplado como prioridade no estudo.

. Comentário de Jaime Ramos a propósito da exclusão do ramal da Lousã como prioridade no estudo:

.

No entanto, segundo a TSF, quase “metade da fatia do investimento disponível vai para as estruturas ferroviárias”. Estudo que aponta como obras ferroviárias prioritárias oito projectos. Destacam-se as ligações internacionais e a modernização das Linhas do Norte,  Beira Alta, Minho, Oeste, e linha de Cascais. O grupo define ainda como prioridade no caminhos de ferro a captação e tráfego de mercadorias, e a ligação a Espanha. A TSF revela ainda  o valor de investimento que o grupo atribui à ferroviária  “dos cerca de cinco mil milhões disponíveis até ao final da década, 2 mil e 800 milhões de euros vão ser investidos na ferrovia, ou seja, 55% do total.”

O relatório apresenta ainda sugestões para infraestruturas portuárias, rodoviárias e aeroportuárias.

Liderado por José Eduardo Carvalho da Associação Industrial Portuguesa (AIP), fizeram parte do grupo de trabalho 18 entidades publicas e privadas.Concorreram para as propostas a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). As associações de Portuguesa de Logística (APLOG), Portuguesa de Operadores Logísticos (APOL), dos Portos de Portugal (APP), Nacional dos Transportadores Rodoviários de Pesados de Passageiros (ANTROP), Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) e Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP). Integram ainda o grupo de trabalho representantes do Conselho Português de Carregadores, da CP – Comboios de Portugal, da Takargo, da REFER e da Estradas de Portugal (EP).

O relatório pode ser consultado aqui . Para dar a conhecer o trabalho realizado pelo grupo e estimular o debate, a Tutela disponibilizou um site que reune toda a informação, pode ser acedido aqui

Rui Ribeiro

… artigo integral pode ser consultado aqui